Invasores e Colaboradores

A invasão urdida


O que tem em comum a chegada de milhares de migrantes todos os dias às costas do Mediterrâneo desde a Grécia, passando pela Itália e Espanha? São invasões puras.

Trata-se do maior plano de infiltração de migrantes jamais levado a cabo no continente europeu, o plano Coudenhove-Kalergi, em que através da importação diária e forçada para o continente europeu de milhares de imigrantes oriundos de países da África subsaariana se visa alterar os costumes, modo de vida e cultura das sociedades de todo um continente. Um projecto de engenharia social cujo artificialismo não consegue esconder o seu propósito sórdido e satânico.

Estes migrantes são oriundos de regiões onde predomina o islamismo e uma cultura de aplicação de normas fundamentalistas à sociedade. São sociedades em que política e religião se confundem, em que coexistem hábitos primitivos, como sejam a procriação descontrolada e rituais de animismo cultural. São populações com baixa instrução, sem capacidade de adaptação às normas, costumes e usos dos países europeus, que vêm a Europa como um El-Dorado de subsídios, financiados pela exploração dos autóctones europeus.

O objectivo é ir preenchendo os países europeus com estes substractos populacionais para – subreptícia e progressivamente – tentar substituir as populações autóctones de raça branca por populações mestiçadas, mais fáceis de controlar, manipular e oprimir – logo, mais exploráveis pelo capitalismo satânico e globalista.

Isto porque as populações brancas europeias estão a tornar-se reivindicativas, astutas e exigentes, percebem que estão a ser grosseiramente manipuladas e  e isso é algo que os agentes satânicos nunca conseguiriam imaginar.

No seu esquema pirâmidal do satanismo, as populações são consideradas como meros objectos descartáveis, meras peças de engrenagem substituíveis e sacrificáveis. Ora, as populações brancas oprimidas rejeitam esta cultura diabólica, estão cada vez mais despertas desta situação de escravatura, bem como dos lacaios colaboracionistas que – para viverem vidas depravadas e faustosas em troca de prestação de favores satânicos – têm mantido os seus compatriotas acorrentados a um sistema que lhes rouba a sua vida, sonhos e as suas aspirações legítimas.

Não é nenhuma coincidência que organizações não governamentais (ONG’s) ligadas a George Soros e a outros lacaios do satanismo internacional, maçonarias, sionistas, LGBT’s, feminismos, procurem promover este plano, em articulação com a infame Organização das Nações Unidas (ONU), a diabólica União Europeia, os seus subservientes governos e os partidos ao serviço do politicamente correcto nos países da Europa Ocidental, a sua imprensa colaboracionista, os seus magistrados e agentes de segurança vendidos, as suas celebridades de conveniência e os seus gananciosos mercenários tecnocratas qualificados no universo empresarial. Todos eles estão unidos pela sua subserviência a seitas corruptas, subhumanas, satânicas.

A lista de agentes colaboracionistas é longa, e todos eles – sabendo desta agenda de migração infiltrada e forçada – recusam falar sobre a mesma,  procurando censurar e dissuadir as vozes de quem alerta para este esquema diabólico de invasão islâmica orquestrada. Preferem manter a opinião pública distraída e concentrada em futilidades, para assim melhor poder levar a cabo a sua agenda de substituição populacional, dissimulada através das migrações massivas.

Em troca do cumprimento de rituais satânicos depravados e do seu pacto de silêncio, estes lacaios obtêm salários anormalmente elevados, a promessa de cargos, promoções, fortunas, negócios, contratos, vidas fáceis com acesso a luxos exclusivos e elevadas benesses. Para estes agentes colaboracionistas, trair, pisar e manter escravizados os seus compatriotas é visto como um comportamento normal e admissível, em nome do gozo de luxos pessoais.

O que esperam os povos europeus acorrentados e oprimidos para levar à justiça divina estes vermes rastejantes que prestam vassalagem às seitas infernais?

A hora é dos povos nativos europeus oprimidos se unirem, tanto contra os parasitas externos, como contra os seus agentes colaboracionistas internos que são responsáveis por manter esta infiltração de invasores, silenciando a opinião pública através de uma censura cobarde e perfeitamente inútil.

É necessária uma mobilização incondicional e sem tréguas, devendo os povos europeus oprimidos administrar punições exemplares a todos os lacaios colaboradores da ideologia satânica. Onde quer que se escondam, do mais alto dos arranha-céus ao mais profundo dos bunkers, os traidores não serão perdoados pelos seus crimes civilizacionais!

A vitória derradeira será dos Povos da Europa!

A Redacção.

P.S.: Este artigo, em conformidade com a política de redacção, é todo ele escrito ao abrigo da grafia anterior ao AOLP.