Portugueses primeiro

Portugueses primeiro


A 20 de Dezembro de 2017, a Comissão Europeia decidiu iniciar um procedimento com vista à aplicação de sanções sobre a Polónia, em razão das reformas na Justiça que este país tem vindo a prosseguir.

Esta decisão constitui mais um acto flagrante de ingerência da União Europeia sobre a soberania dos Estados. Por mais que a Comissão Europeia venha invocar que exista um sério “risco de violação do Estado de Direito”, o facto é que matérias como a Justiça, o funcionamento desse sector e a organização judiciária são competências exclusivas da soberania dos Estados.

Se a Comissão Europeia e as instituições europeias, não sabem que existe um conjunto de matérias cujo tratamento só pode ser decido pelos Estados soberanos e pelos seus representantes legítimos, a «União Europeia», os «europeístas» e os «eurofederalistas», arriscam-se um dia destes a acordar com uma União inexistente, desfeita e dissolvida.

Não é um risco académico, está a materializar-se cada vez mais. A União Europeia é hoje uma organização de tecnocratas e políticos que não respeitam, nem estão interessados em respeitar a vontade soberana dos povos de cada um dos Estados.

A União Europeia, está sim interessada em promover o interesse de lóbis, agendas de multinacionais e não só, que através da captura do poder político e dos decisores políticos de Bruxelas-Luxemburgo-Estrasburgo pretendem manter um bloco de favorecimentos para si, em grave prejuízo dos Povos e Nações da Europa.

Seja através de acordos comerciais impostos aos Estados, sem que os representantes desses países ou os seus povos se possam pronunciar; seja através do prolongamento de licenças de produtos comprovadamente tóxicos, cancerígenos e nocivos à saúde humana no sector agro-alimentar; seja ainda através de imposições de políticas ruinosas na agricultura, pescas, indústrias, a União Europeia e os seus organismos estão a seguir uma agenda globalista.

Trata-se da agenda demoníaca, onde os seus membros prestam culto e vassalagem a seitas secretas. É uma agenda onde importa implementar programas e reformas que visam a destruição das identidades nacionais, o rebaixamento das tradições dos povos, da sua História e Cultura, bem como dos seus valores tradicionais.

Nesta agenda, visa-se a colocação dos povos e dos recursos dos países ao serviço de multinacionais neo-liberais, de grandes conglomerados ligados a oligarcas sem pátria, mediante medo e chantagem. Com recurso à corrupção, trocas de favores, e práticas de portas giratórias, os agentes globalistas procuram colocar o Estado e demais poderes públicos ao seu serviço.

O globalismo é uma agenda económica e política oculta, que tem tanto de sinistro como de repulsivo, pois considera os povos como vulgares escravos, meros objectos descartáveis, tendo os políticos como instrumento de eleição para infernizar a vida dos cidadãos, em seu proveito.

De modo a poder prosseguir com as suas maquinações, as seitas globalistas e seus apoiantes precisam de manter a população adormecida. Para isso,  servem-se praticamente de todos os meios de comunicação social, imprensa, agências de notícia, rádios, televisões, jornalistas, locutores, apresentadores, músicos, estrelas-pop, estrelas de cinema, humoristas… Através de mentiras, banalidades e com recurso ao tratamento infantilizador, o objectivo é distrair as audiências, manter a população desinformada, promovendo a imbecilização de massas, distraindo os povos da tirania que os persegue.

Lamenta-se informar às seitas globalistas, seus mercenários e seguidores que os povos europeus nem são nem desinformados, nem distraídos. Por mais dinheiro que vertam em esquemas de corrupção da opinião pública, por mais mentiras que enfiem ao público pela frente, com os seus políticos corruptos, jornalistas, empresários e outros comprados, os povos da Europa repudiam-vos e, algum dia destes, a vossa «União Europeia» implode.

Esta União Europeia, por mais que tente disfarçar, não é mais do que um mero apêndice globalista, um instrumento para  a implementação da sua agenda obscura totalitária. No que toca à União Europeia e seus agentes, o seu papel consiste em promover a recepção massificada de migrantes fundamentalistas islâmicos pelos países na Europa. Os objectivos desta decisão aparentemente exótica, não têm nada de inocente.

Por um lado, pretende-se descaracterizar a identidade dos povos europeus, diluindo-os numa amálgama ao serviço dos lóbis globalistas. Quer-se que os povos europeus percam as suas raízes, as suas tradições, costumes, hábitos, modos de vida, cultura e símbolos de identidade nacionais.

Por outro, através da miscegenação de raças e do multiculturalismo, nomeadamente promovendo a mistura de raças autóctones europeias e raças negras africanas Sub-Saarianas ou as do Médio Oriente, o objectivo é criar uma raça de povos mais fáceis de domar e controlar, menos combativa, mais dócil, mais explorável e mais imbecilizada, que – idealmente – agradeça a meia côdea de pão que lhe derem, após uma jornada penosa de trabalho forçado.

Quer-se que os povos vivam numa “Fortaleza Europa”, uma prisão de alta segurança para os próprios cidadãos, em que se admita que quadrilhas de tecnocratas corruptos sejam governantes ao serviço de interesses privados.

Com vista a manter o controlo social sobre os povos, os apêndices globalistas procuram introduzir políticas e ideologias que promovam o medo e a chantagem; é aqui que aparece o fundamentalismo islâmico, como ferramenta idónea nessa agenda de escravização dos povos europeus. É isto que explica a vontade dos globalistas em receber massivamente hordas de migrantes islâmicos, para manter os povos europeus sob ferros e correntes.

De forma a implementar este programa massivo de recepção de migrantes fundamentalistas, os globalistas procuram inclusivamente fazer desta questão um negócio: por cada migrante islâmico acolhido, cada «Estado-Membro» recebe dinheiro. É um negócio, em que funciona a venda à comissão. Quem receber mais migrantes fundamentalistas, ganha mais. O “refugiado” é uma máquina de fazer dinheiro; quantos mais, mais dinheiro pinga na conta.

Não é de espantar que, com este tipo de incentivos, os países com decisores mais corruptos da União Europeia – e por sinal os mais subservientes – estejam tão interessados em acolher o maior número possível de fundamentalistas.

Não estão interessados nas consequências a nível das ameaças para a segurança, cultura, hábitos e costumes da identidade nacional dos povos. Estão sim é interessados ou no benefício monetário que esperam receber nas suas contas, escondidas nalgum paraíso fiscal ou – na melhor das hipóteses – enveredam pela demagogia, insistindo na ideia falhada de que o multiculturalismo garante a tolerância de culturas, que a experiência acumulada tem mostrado de resultados desastrosos.

Basta olhar o que aconteceu em duas décadas à França, às zonas periféricas das grandes cidades de França, na Suécia, em Londres – convertida num Londinistão – e mais recentemente, também na Alemanha, em Colónia, Hamburgo, Berlim e outras cidades.

Episódios de violações, assassinatos e esfaqueamento de mulheres, em concertos e estações públicas. Queixas a que as autoridades policiais não dão seguimento, que jornaleiros corrompidos da comunicação social sonegam à opinião pública. Arrolamentos de pessoas em vias públicas, basta relembrar Nice e Berlim. Berlim onde nem há mercado de Natal este ano, tal como no Paristão. Atentados para semear o medo globalista, entre Mehras e Bataclans do Paristão, “Tower-Bridges” do Londinistão ou em estádios, com barreiras de cimento e polícias militarizados espalhados para garantir a “segurança” dos cidadãos.

Mas a riqueza cultural do fundamentalismo islâmico tem mais novidades: a criação de “emiratos” dentro do Estado onde as autoridades públicas não se atrevem a entrar; tribunais e sistema de justiça paralela à justiça nacional; proibição de bebidas alcóolicas; lei sharia; proibição de outros cultos; proliferação de minaretes como cogumelos; rezas massificadas ao ar livre como demonstração de força; novas modas para as mulheres que são “convidadas” a usar véu de cobertura integral, niqqabs, burcas e burquinis. É realmente todo um mundo exótico de “novas possibilidades”.

Ora, é precisamente contra esta política forçada de introdução massificada de fundamentalistas que milhões de cidadãos na Europa já disseram não. Por toda a Europa, milhões erguem-se contra a opressão globalista em que foram colocados, subreptícia e progressivamente durante décadas, com a conivência de dirigentes e decisores corruptos.

Não são apenas os polacos que dizem não a esta destruição artificial, programada, e ameaçadora da sua cultura, das suas tradições e modo de vida,  dos seus valores patrióticos.

Os húngaros, os finlandeses, os checos, e até mesmo os alemães não esperam pela hora de por fim a esta invasão de migrantes selvagens, sem respeito pela cultura, identidade, valores e princípios civilizacionais dos povos e Nações da Europa. Estes valores estão nas essência da própria História dos Povos na Europa, da sua matriz civilizacional única e que, bem ou mal, constituem uma referência para outros povos no Mundo.

Esta migração massiva foi desencadeada pela permissividade de partidos políticos e de outros decisores corruptos que – com recurso às suas máquinas de propaganda, em particular televisões e imprensa – procuraram criar na opinião pública a ideia de que integrar fundamentalistas sem intenção de respeitar as leis e costumes dos países de acolhimento seria uma coisa  positiva.  Para admitir uma ideia destas, é preciso ser-se muito inconsciente ou fazer-se de ingénuo.

Defenderam que esses intrusos tinham que ser tratados como refugiados carentes de protecção ou que – no mínimo – teriam que ser tratados como migrantes económicos, habilitando-se logo a níveis de protecção social que nem em sonhos os cidadãos dos países acolhidos podem vir a ter. A mera sugestão de que fundamentalistas não fossem aceites, devendo ser deportados para os seus países de origem, seria logo visto como prova de “racismo”, “xenofobia” e “incitamento ao ódio”. Para estes agentes do politicamente correcto, isso já «parece mal».

Se se pretende a defesa das culturas e identidades dos Povos da Europa, rapidamente se conclui que não pode haver lugar para agentes politicamente correctos, políticos e decisores corruptos, vendidos, subservientes, oportunistas e hipócritas.

Primeiro, têm que estar os verdadeiros patriotas, defensores sérios, combativos, incondicionalmente dedicados aos seus Povos, estadistas competentes, líderes fortes, representando exemplarmente as suas Nações, com orgulho da sua identidade nacional e da sua riqueza civilizacional.

Primeiro têm que estar os cidadãos nacionais, os povos e Nações da Europa

Primeiro têm que estar os interesses dos povos da Europa e não o de decisores corruptos, prepotentes e vendidos ao globalismo, que mentem compulsivamente aos eleitores para proveito próprio.

Primeiro polacos.
Primeiro austríacos.
Primeiro húngaros.
Primeiro eslovacos.
Primeiro romenos.
Primeiro checos.
Primeiro finlandeses.
Primeiro alemães.

Para quando portugueses primeiro?

A Redacção.

P.S.: Este artigo, em conformidade com a política de redacção, é todo ele escrito ao abrigo da grafia anterior ao AOLP.